O consulente e as perguntas ao Tarot

22 Julho, 2014
por Mário Portela
Quando consulto um tarólogo devo ter já em mente as perguntas que quero fazer e a quantidade de perguntas é importante?

Carlos António de Aveiro

Em verdade, não! Por mais do que uma razão…

É uma verdade incontornável que como parte interessada da consulta o consulente (ou consultante) deve ter uma ideia geral do que pretende para que a consulta decorra de forma funcional e satisfatória. Todavia, se visitar o nosso portal especializado em tarosofia verá que temos alguns artigos sobre a problemática de fazer questões ao Tarot, que lhe dá a indicação que estas tomam especial importância.

Se por um lado é imprescindível colocar perguntas objectivas, claras e justas e por outro lado colocadas de forma construtiva e empreendedora, torna-se intenso e até stressante obrigar o consulente, que geralmente está confuso sobre o que lhe está a acontecer, a formular questões perfeitas. Na minha opinião, este é o trabalho do tarólogo, que deverá seguir a sua aprendizagem tarósofa na correcta procura das questões a fazer à medida que vai conversando holisticamente, se me é permitida a palavra. Ou seja, sentir o que aflige ou confunde o consulente e traduzir isso em perguntas que possam ajudar de forma saudável e funcional independentemente de serem muitas ou poucas.

A quantidade de perguntas durante uma sessão de tarot, ou consulta, não é habitualmente importante, mas vai depender imenso do tarólogo que se consulta… em especial se este utilizar a nova moda americanizada das consultas pagas ao minuto que induzem, geralmente, em erro por serem aparentemente baratas. A quantidade de perguntas correcta vai depender inteiramente do tema, da gravidade e da complexidade da situação. Existem temas que geram dezenas de questões relacionadas e, com experiência, o tarólogo saberá orientar de forma a que se consiga uma consulta eficaz e menos confusa. Mas, claro está, que cada caso é um caso e uns tarólogos têm maior apetência a este acompanhamento do que outros. Também importante neste tema é o número de tiragens diferentes que o tarólogo utilize bem como a sua correcta adaptação à pergunta, ao tema e ao resultado esperado. Nos dias de hoje discute-se imenso o tipo de tiragens a fazer e em geral os tarólogos fazem a mesma tiragem vezes sem conta, muitas vezes porque aprenderam apenas aquela ou apenas se sentem à vontade com essa.

Em suma, há um tipo de tarólogo para cada tipo de consulente, é tudo uma questão de investigar e certifique-se que tem as suas respostas sobre o tipo de tarot que pretende antes de iniciar a consulta ou sessão. Se vai a uma consulta de tarot, presencial ou online, tenha em mente apenas e só o seu objectivo e seja clara na sua discussão e exposição ao tarólogo. Só assim poderá aproveitar o momento, tomar decisões, pesar os pratos da balança e evoluir no seu aprendizado pessoal com a orientação do seu guia. 

Mário Portela

Sobre

Sou Guia Kármico, Terapeuta de Vidas Passadas, NLP Practitioner, Bach Flower Remedy Certified e utilizo com frequência um sem número de terapias e ciências esotéricas como a numerologia, o tarot, a leitura de aura e a cristaloterapia.

Deixar um comentário